Era uma terça-feira qualquer do ano passado. A gente tava em casa, jantando, quando ela me perguntou: "voce ainda tem aquela foto do nosso primeiro jantar?".
"Eu sei que existe. Tinha no celular antigo. Acho que salvei no Google Fotos. Talvez no WhatsApp?".
A gente procurou. 40 minutos procurando. E nada.
Não era culpa de ninguém. Era o jeito que a gente vivia: as memorias mais importantes da nossa historia espalhadas em 4 ou 5 lugares, sem nenhum fio condutor entre elas.
O dia que a gente perdeu as fotos do primeiro ano, foi o dia que eu entendi por que esse app precisava existir.
A gente usa Instagram pra mostrar pros outros. WhatsApp pra falar com todo mundo. Notes pra lembrar de coisas praticas. Mas as fotos, as mensagens, as pequenas memorias que fazem a gente ser a gente? Ficavam perdidas.
Quando a gente trocava de celular, perdia-se um pedaço. Quando o storage acabava, era a primeira coisa a ir embora. Quando a gente queria lembrar "como foi aquele dia?", era mais facil esquecer do que procurar.
Eu pensei: faltava um lugar. Um lugar que fosse só nosso. Onde cada memoria tivesse valor. Onde a primeira foto ficasse tão importante quanto a de ontem.
O LovUp nasceu disso. Não de uma analise de mercado. Não de uma trend. De uma terça-feira e de uma foto perdida.
A gente construiu com uma regra simples: se não é pra guardar, não entra. Se não é pra sempre, não vira memoria. Se não é só de vocês, não precisa do LovUp.
Cada tela, cada recurso, cada decisão começa com a pergunta: "isso ajuda um casal a lembrar?".
Se sim, vai. Se não, sai.
Esse é o LovUp. Esse é o porquê.
Por quem faz o LovUp